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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Mude, Seja Positivo.

positivo
Primeira coisa de manhã, imagine-se tremendamente feliz. Saia da cama com um humor muito feliz; radiante, borbulhante, expectante; como se algo perfeito, de infinito valor, fosse acontecer hoje.
Levante-se da cama com um humor bem positivo e esperançoso, com o sentimento de que esse dia não vai ser um dia comum, que algo excepcional, extraordinário, está esperando por você; algo que está bem perto.
Tente e se lembre disso de novo e novamente durante o dia todo. Dentro de sete dias você verá que todo seu padrão, todo seu estilo, toda sua vibração, mudou.
Quando você for dormir de noite, apenas imagine que você está caindo nas mãos divinas… como se Deus estivesse lhe sustentando, que você está no colo dele, adormecendo.
Apenas visualize isso e adormeça. Uma coisa para levar é que você deve prosseguir imaginando e permita que o sono venha, para que a imaginação entre no sono; eles estão sobrepostos.
Não imagine qualquer coisa negativa, porque se as pessoas que possuem uma capacidade imaginativa imaginarem coisas negativas, elas começam a acontecer. Se você pensa que você vai adoecer, você vai ficar doente. Se você pensa que alguém vai ser rude com você, ele será. Sua própria imaginação irá criar a situação.
Assim, se uma ideia negativa vier, mude imediatamente para um pensamento positivo. Diga não a ela. Deixe-a imediatamente; jogue-a fora.
Dentro de uma semana você começará a sentir que você está ficando muito feliz; sem absolutamente nenhum motivo.
Osho

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Preconceito

Preconceito.
Preconceito é também uma forma de aprisionamento.
Olhamos o outro e o definimos a partir do que achamos sobre ele.
Temos uma série de opiniões que resolvemos construir dentro de nós, e que são frutos de uma primeira visão.
Olhamos e encaixotamos o outro no nosso preconceito.
Decidimos que ele é assim, mesmo que nunca tenhamos nos aproximado dele para confirmar o que achamos...
Achamos e perdemos.
Perdemos por desperdiçar a oportunidade de superar o conhecimento aparente, e assim quem sabe, ganhar um grande amigo, um grande apoio existencial.
Achamos muitas coisas sobre ele. E por achar tanto, resolvemos não buscar a verdade fundamental, e assim deixamos de ganhar.
Talvez esse seja um dos grandes pecados do nosso tempo. O mundo é superficial nas suas análises.
Basta flagrar uma única atitude, para que o mundo entregue o seu parecer preconceituoso e definitivo.
Jesus se opunha radicalmente a esta postura. Ele gostava de ver além.
E alertava os discípulos para este constante cuidado. O cristianismo supera o judaísmo justamente neste ponto.
Jesus não queria uma religião que parasse na exterioridade, que dispensasse facilmente as pessoas só porque têm uma aparência ou um histórico que num primeiro momento não nos agrade.
A beleza da vida consiste em olhar o mundo com "olhos de terceira margem", com os olhos de Jesus.
Eu, nem sempre consigo, mas não quero perder este esforço de vista.
Eu ainda vivo o desconcerto das escolhas de Jesus. Fico indignado quando o vejo escolher Zaqueu em meio a tanta gente santa e de boa índole.
Ainda me incomoda quando ele diz que as prostitutas podem me preceder na entrada do Reino.



Pe. Fabio de Melo

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

"Simples Vida"

joaninha

Enquanto escrevo este texto, ouço um saxofonista executando aquela música Tocando em frente, do Almir Sater, acho que é isso. Ele sempre toca pela manhã aqui na rua em troca de algumas moedas, é maravilhoso ouvir esta música maravilhosa, tocada despretenciosamente e de graça. Ultimamente tenho dado uma atenção enorme a essas coisas, acho que São elas que fazem a vida ser um milagre. Gosto de ler Câmara Cascudo pela maneira como ele descreve o Folclore Brasileiro, cheio de beleza, cheio de imaginação. A miscigenação de raças proporcionou ao nosso pais um mosaico cultural impressionante. Quando leio os textos de Nina Horta, fico maravilhado com a simplicidade e sutileza com que ela escreve sobre a arte de fazer pratos, os cheiros, texturas e sabores. Afinal, tem coisa mais gostosa do que comer? As sensações podem nos levar a estágios "orgásmicos." Outro dia em um de seus textos, ela dizia que sua empregada não dava cuscuz aos filhos, porque esse prato lembrava os sofrimentos vividos por ela na infância. Quer dizer, a pobre mulher tinha aquele "recalque" que muitos de nós carregamos arraigados em nosso ser, de achar que as coisas simples, são coisas de pobre. Outro dia minha namorada me disse: vamos a Campos do Jordão num desses finais de semana? Fiquei pensando um pouco em silencio, depois de alguns instantes, disse para ela: podemos ate ir, mas não estou muito empolgado. Tudo que acontece em Campos do Jordão acontece aqui em São Paulo, com a diferença de que lá tudo fica muito caro. E sinceramente, ficar passando frio, vendo gente de nariz empinado com suas "naves" e ainda pagar o triplo por um chocolate quente não faz muito minha cabeça. Acabamos indo a Paranapiacaba, o festival de Inverno de lá ainda esta engatinhando, as atracões são poucas e estão um pouco mal cuidadas. Como o "mercado" ainda não dominou o evento, os preços estão justos, claro que as opções são poucas e nem se compara a sua colega da Serra da Mantiqueira, ah, ia me esquecendo de dizer que a Vila de Paranapiacaba fica na Serra do Mar. Como diria aquela música, a vida simples é boa. Há um tempo atrás um jornal dos EUA fez uma experiência interessantíssima, "

Em experimento descrito num artigo publicado no jornal "The Washington Post" convidou Joshua Bell, um dos melhores violinistas do mundo, para tocar no metrô da cidade, com o intuito de constatar a reação do povo à música do instrumentista.


Bell tocou em estação de metrô de Washington
Às 7h51 (horário local), na estação L'Enfant Plaza, centro da capital federal, o artista e ex-menino prodígio começou seu recital de seis melodias de diversos compositores clássicos diante de dezenas de pessoas que só pensavam em chegar a tempo ao trabalho. A ideia do jornal era descobrir se a beleza seria capaz de chamar a atenção num contexto banal e num momento inadequado.

Bell, vestido de calça jeans, camisa de manga comprida e boné, tocou seu Stradivarius de 1713, avaliado em US$ 3,5 milhões, para 1.097 pessoas que passaram a poucos metros de distância durante sua apresentação.

Ao longo dos 43 minutos em que tocou, o violinista nascido em Indiana arrecadou US$ 32,17 --posteriormente doados para instituições beneficentes--, valor bem abaixo dos US$ 100 que os amantes de sua música pagaram três dias antes por assentos razoáveis (não os melhores) no Boston Symphony Hall, que na ocasião teve lotação esgotada.

Na estação L'Enfant Plaza, fora dos grandes palcos e tendo como única companhia seu violino, Bell só foi reconhecido por uma pessoa, e poucas pararam para ouvi-lo por alguns instantes." Quer dizer, as pessoas estão pagando não pelo que as coisas valem, pagam pelo glamour que a situação, fato ou circunstância esta acontecendo. Precisamos parar um pouco a correria cotidiana, e vivermos de maneira que possamos dar o devido valor as coisas, estamos volorizando o que nos dizem que tem valor, não deveria ser assim...