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quinta-feira, 22 de julho de 2021
sábado, 12 de setembro de 2015
LA LEYENDA DEL MUELLE DE SAN BLAS
Cuenta la gente de Nayarit, lugar donde se ubica el conocido “Muelle de San Blas” que hace aproximadamente unos 60 años, una mujer joven de alrededor de 17 años, vivía a las orillas del muelle y trabajaba en uno de los restaurantes para los marineros ubicado en dicho lugar.
Un día, llego un marinero extranjero de unos 20 años de edad, que trabaja en uno de los embarques de atún y salmón del muelle y conoció a esta jovencita, los dos vivieron un tórrido romance un tiempo, mientras el permaneció en el lugar, antes de zarpar hacia su viaje rumbo al norte de las aguas del pacifico.
El marinero prometió a la joven volver un día y casarse con ella. Ella bañada en lagrimas le juro por el mar que lo esperaría para casarse, ya que era su primer amor y estaba verdaderamente loca por el, por lo cual, cada domingo acudía al muelle de San Blas a esperarlo… pero su espera parecía ser eterna, ya que ningún barco a su amor le devolvía.
Pasaron muchos años, y ella siempre estaba en el muelle esperando muchas tardes a aquel marinero que la había enamorado locamente y que iba a regresar por ella para casarse. Pero esas esperas no fueron en balde, ya que la tristeza, la desesperación, la nostalgia y la soledad la fueron atrapando hasta el punto de enloquecerla… tanto fue así, que empezó a acudir al muelle vestida de novia y con un ramo de flores en las manos para esperar a su amado… mucha gente la veía y le llamaba la atención verla así, algunos la ignoraban, pero no falto el atrevido que le preguntara que porque estaba vestida de novia, a lo que ella respondía: “ Mi amado llega mañana y llega por el muelle…Yo le prometí esperarlo...... esperarlo con éste vestido, así me reconocerá”…. Y así fue como a partir de aquel entonces cada domingo se le veía aquella mujercita que con el paso de los años y como el tiempo no perdona, su pelo ya era blanco, su piel ya estaba endurecida y reseca por el sol, sus manos tenían marcas, ella ya había envejecido junto al mar y la gente la empezó a llamar “La loca del Muelle de San Blas”.
Dicen que su casa, que se encontraba arriba de unas rocas junto al muelle, estaba llena de fotos de aquel marinero desaparecido, así como también conservaba parte de su vestimenta de novia, una Biblia, un rosario y todo lo que ocuparía para la boda que soñó junto a aquel amor que la trastornó.
Un día, la gente al verla sola y llorar junto al muelle, pensaron que seria mejor que estuviera en un hospital para enfermos mentales, para que pudiera mitigar su dolor al salir de su locura, y así fue como una tarde del mes de abril, varias personas con trajes de médicos llegaron al muelle para trasladarla al manicomio, pero ella no lo permitió, alegando que ella pertenecía al mar, que su cuerpo y alma estaba enraizados en el mar y que nunca se separaría de el, porque ahí llegaría su amor por ella algún día y no se cansaría de esperarlo.
Nunca se supo si el marinero realmente la abandonó o murió en unos de los viajes que hacia junto al mar.
Nadie sabe si “La loca del Muelle de San Blas” tenía familia, amigos o alguna persona que se hiciera cargo de ella… nunca nadie tampoco supo como se llamaba. Se ganaba la vida barriendo las calles y pidiendo monedas a los turistas que llegaban al muelle… dicen que a cada persona que le daba algunas monedas les decía: “Mañana va a llegar, mi novio llegará al muelle y nos vamos a casar”. Mucha gente no entendía de que se trataban aquellas frases y solían ignorarlas, pero algunos otros le preguntaban que era lo que quería decir con eso y ella les contaba toda su historia y decía que era lo único que tenía grabado en la mente, que había olvidado todo hasta su nombre pero que nunca olvidaría algo y que por eso lo repetía constantemente : “Voy a esperar a mi amado, voy a cumplirle la promesa que le hice junto al mar, llevo este vestido para que me reconozca y aquí estaré siempre sola con mi espíritu en el Muelle de San Blas”.
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Destrua o Desejo Pela Vida
Destrua Totalmente a Ambição
Osho
A menos que a ambição seja destruída, você permanecerá na miséria. A ambição é a fonte de todas as misérias. O que é ambição? “A” quer ser “B”, o pobre quer ser rico, o feio quer ser lindo. Todo mundo ambiciona ser algo mais, algo diferente daquilo que é. Ninguém está contente consigo mesmo. Isso é ambição.
Você nunca está contente com aquilo que você é, seja o que for. Isso é ambição. Então você permanecerá irremediavelmente miserável, porque você não pode ser outra coisa. Você só pode ser você mesmo; nada mais é possível. Tudo o mais é fútil, prejudicial, perigoso. Você pode desperdiçar sua vida inteira, toda a sua existência.
Aquilo que você é, seja o que for, é você. Aceite-o; não deseje ser diferente. A não-ambição significa isso. A ausência de ambição é fundamental a toda transformação espiritual, pois quando você se aceita, muitas coisas começam a acontecer. Mas a primeira coisa... se você se aceitar totalmente, a primeira coisa que lhe acontecerá será uma vida não-tensa. Não haverá tensão. Você não deseja ser algo mais; não há nenhum lugar para ir. Então você pode estar aqui e agora. .
Não há comparação. Você próprio é único. Não pensa mais em termos de outros.
Então não há mais futuro. A ambição precisa de futuro, precisa de espaço para crescer. Ela não pode crescer aqui e agora; não há espaço. Este momento é tão pequeno, tão atômico. A ambição precisa do futuro; quanto maior a ambição, maior o futuro de que se necessita.
Se sua ambição for tão grande a ponto de não poder ser satisfeita nesta vida, então você criará uma vida após a morte. Criará o céu, criará moksha, criará a idéia de renascimento. Não quero dizer que o renascimento não exista. Estou dizendo que você acredita no renascimento, não porque ele exista, mas devido a suas ambições serem tão grandes que não podem ser satisfeitas numa única vida. Sua crença no renascimento, na reencarnação, não deriva de que isso seja um fato. Deriva de sua ambição e desejo. A reencarnação pode ser um fato, mas, para você, não passa de uma ficção. Para você é apenas uma questão de futuro, de mais espaço para se mover.
Lembre-se: você não pode ser ambicioso no momento presente. É impossível. Não há espaço. O momento presente é tão atômico, tão pequeno, que você não pode se mover nele. Você pode estar nele, mas não pode desejar. Ele é suficientemente amplo para o ser, mas não o é para o desejo. Para desejar, você precisa do futuro, do tempo. Na verdade, o tempo existe por causa do desejo. Para estas árvores, não há tempo. Para estes pássaros que cantam, não há tempo. Para as estrelas, para o Sol e para a Terra, não há tempo. O tempo existe por causa do desejo humano. Se a humanidade não estivesse na Terra, não haveria tempo; não haveria passado nem futuro.
Seu desejo cria o futuro. Sua memória cria o passado. Ambos são partes de sua mente. Não deseje, e o futuro desaparecerá. E quando não há futuro, como você pode ficar tenso? Como? Não há possibilidade de se ficar tenso se não há futuro. E se não há passado – se você sabe que o passado é apenas a memória, a poeira acumulada durante o caminho – como pode haver qualquer ansiedade? Com o passado vem a ansiedade. Com o futuro – planos, imaginações, projeções – surge a tensão. Quando o passado desaparece e o futuro não está aberto, você está aqui, agora. Nenhuma ansiedade, nenhuma tensão, nenhuma angústia.
A não-ambição significa aceitar-se tal como você é. Mas isso não quer dizer que não haja possibilidade de crescimento. Ao contrário. Quando você se aceita tal como é, a transformação se inicia. Você começa a crescer, mas em outra dimensão. Então a dimensão não está no futuro, mas no eterno.
Conheça bem essa distinção. Você pode se mover de dois modos. Se você se move no futuro, está se movendo na mente; num mundo de ficção, de sonho. Se você não se move no futuro, então uma dimensão diferente se abre para você a partir desse exato momento. Você está se movendo no eterno. O eterno oculta-se no momento. Se você puder estar aqui, agora mesmo, no momento, você penetrou no eterno. Se continua pensando no futuro e no passado, está vivendo no temporal. O temporal é o mundo, o eterno é o nirvana.
Conta-se que Buda repetia frequentemente que, se você puder permanecer no agora, não há necessidade de qualquer técnica de meditação. Isso é suficiente. Não é necessário mais nada. Mas como você poderá permanecer no agora se for ambicioso?
A mente ambiciosa não pode estar no agora. Pode estar em qualquer outra parte, mas não pode estar no agora. A mente ambiciosa sempre se move para longe do presente. Ela pensa no que está por vir; pensa no amanhã. Pensa numa vida após a morte; não se interessa pela vida que está aqui. Interessa-se por algo que poderia ser. Não se interessa pelo que é; está sempre interessada pelo que deveria ser, pelo que poderia ser. Esse interesse é não-religioso. Uma mente religiosa, uma consciência religiosa, interessa-se pela existência tal como ela é. O primeiro sutra é: Destrua totalmente a ambição para que você possa penetrar no eterno.
Cinco Anos Para Mudar Sua Vida
Sergio Buaiz
Construa sua própria estrada e seja mais feliz! Quantos anos você tem? Há quanto tempo você trabalha, nem sempre fazendo o que gosta? Está feliz assim? Plenamente feliz? Responda diante do espelho.
Cada pessoa vem ao mundo com uma missão maravilhosa a cumprir, mas poucas descobrem isso a tempo. A maioria segue sendo empurrada pelas tarefas do dia-a-dia, até que as pernas cansam, os olhos nublam e...
Por que isso acontece? Por que há tanta gente chateada, recebendo menos do que têm direito? Por que a vida parece tão injusta para a maioria, enquanto alguns poucos gozam como reis?
Diferenças sociais, culturais, falta de oportunidade... será que é mesmo isso? Ou melhor, será que é SÓ isso?
As condições podem ser diferentes no início de nossas vidas, mas estamos cheios de exemplos de pessoas que vencem condições adversas e hoje contam histórias de sucesso. Da mesma forma, conhecemos muita gente inteligente, capacitada e trabalhadora, penando para sobreviver...
Será que o sucesso é realmente definido pelo berço ou pela sorte?
Não seja tão ingênuo. Olhe para qualquer pessoa bem-sucedida e veja a sua história de luta. Não estou falando de ricos herdeiros, mas daqueles
que desbravam novas terras. Estou falando de empresários, artistas, empreendedores e líderes, de um modo geral. Pessoas que suam a camisa por muitos anos, antes de alcançarem o posto que almejam.
Será que é preciso treino e dedicação para se tornar um Ronaldinho, Guga ou Ayrton Senna? Quanto treino? Quantas horas por dia? Por quantos anos? O que eles fizeram antes de se tornarem ídolos? Pare e pense. Será que o Sílvio Santos teve as condições ideais quando começou? Será que ele tinha sábados, domingos e noites livres para se divertir, antes de construir seu império? Ou será que ele trabalhou duro, por vários anos, até chegar aonde está? Artistas de TV e modelos fotográficos: será que é fácil desenvolver esses talentos, manter a forma com exercícios e dietas, mudar o cabelo, viajar e encarar o mundo ainda jovem, em nome de um sonho que a família inteira contesta? Por quanto tempo Gilberto Gil, Tom Jobim ou Marisa Monte tiveram que estudar música para chegarem ao nível de produção sofisticada e reconhecimento que alcançaram? Quantas noites sem dormir, compondo e treinando, às vezes na estrada, longe dos seus?
Exceções existem, mas a regra é clara: visão, determinação e consistência. Basta olhar ao seu redor e pesquisar as pessoas de sucesso, reconhecidas e valorizadas pelo seu trabalho. São pessoas que estudaram muito e abdicaram do lazer por vários anos, antes de se tornarem o que são. Elas superam provações que talvez você não conseguisse suportar. Reconhecer isso é o primeiro passo para vencer também.
Pessoas de sucesso não perdem tempo descansando antes da hora. Tudo é planejado e racionado, até que ultrapassam a linha de chegada. Essas pessoas não se dão desculpas e têm suas prioridades muito claras. Elas mantém o ritmo apesar dos obstáculos e não reclamam das condições em que se encontram. Elas simplesmente criam escudos e vão a luta, sem esperar que os outros facilitem as coisas. Nada abala a confiança e a atitude dos vencedores.
A paixão que move montanhas
Um traço de caráter que você vai encontrar em todas essas pessoas é um profundo amor pelo que fazem. Elas entendem claramente sua missão e não desistem jamais. O vencedor nunca desiste de ser feliz. Para chegar a esse grau de comprometimento, só há um meio: descobrir sua verdadeira vocação e focalizar, com toda a energia, um alvo lá na frente. A partir daí, não importam as dores, renúncias, críticas e perdas. Nada pode impedir uma pessoa determinada a perseguir sua realização. Erros e atrasos podem acontecer, desde que a bússola continue apontada para a direção correta.
Qual direção? Cada um sabe a sua. Se você abandona sua vocação por medo de não ter espaço no mercado de trabalho, pela opinião dos outros ou pelas condições impostas pela vida, fique atento às oportunidades. Você pode mudar isso a partir de hoje. Basta querer realmente buscar sua realização. A maioria das pessoas vivem pela metade porque não sentem paixão pelo que fazem. Por isso, valorizam demais o tempo de descanso e lazer, para esquecerem que desistiram de sonhar.
Por outro lado, pessoas que investem o tempo naquilo que realmente toca o coração, têm um brilho diferente nos olhos e seu ímpeto contagia os outros. As portas se abrem com mais facilidade quando se é autêntico, conhecedor e determinado. Quando toda a sua energia é alinhada com a missão pessoal, você é capaz de realizar o que parecia improvável.
A crença inabalável
Grandes vencedores recebem críticas no caminho rumo ao sucesso. É praticamente impossível chegar ao topo sem levar pelo menos uma porta na cara e ser chamado de louco, simplesmente porque a maioria das pessoas que estão ao seu redor não entendem essa determinação.
De um modo geral, familiares e amigos sentem dificuldades em perder peso, largar vícios, economizar dinheiro ou cumprir qualquer outra renúncia, pois não conseguem enxergar um objetivo a longo prazo. Eles não têm definidas claramente suas prioridades. Por isso, sentem desejos dispersos e não conseguem dar continuidade quando iniciam alguma coisa.
Por outro lado, as pessoas de sucesso sabem exatamente aonde querem chegar e superam qualquer abstinência com um pé nas costas. Tudo o que está no caminho de atrapalhar suas realizações é imediatamente posto de lado, sem questionamento. A dor de desviar a rota é maior do que renunciar a um prazer passageiro.
Os vencedores têm uma crença inabalável de que vão chegar aonde querem, e que todo sacrifício vale a pena porque as recompensas serão maiores lá na frente. Ou seja, qualquer renúncia agora será compensada futuramente, por um prazer intenso de realização.
Voltando as pessoas comuns, que não têm certeza do que plantam, renunciar a qualquer coisa não faria sentido. Afinal, não há uma recompensa maior em jogo que justifique sacrificar seus prazeres momentâneos.
Essa crença inabalável é muitas vezes confundida com fanatismo, mas na verdade é apenas um nível elevado de determinação e concentração de energia. Enquanto o fanático acredita e espera que as coisas aconteçam, o vencedor acredita e faz as coisas acontecerem. É uma sutil diferença, que significa muito.
Existe uma boa dose de inocência na crença inabalável, mas a felicidade reside justamente aí, na caminhada. Enquanto o vencedor acredita plenamente em seus sonhos, ele vive sorridente, com o brilho nos olhos, realizando suas tarefas diárias com mais intensidade. Isso, por si só, justificaria a melhora dos relacionamentos, um aumento de produtividade, atenção e aproveitamento das oportunidades; o que, fatalmente, aproxima suas conquistas.
A diferença entre um vencedor e pessoas comuns está basicamente aí, no ânimo e direcionamento de suas ações. Enquanto a maioria leva a vida em círculos, desperdiçando energia em várias frentes, os determinados seguem velozmente em linha quase reta.
O pacto com a própria sorte
Para um vencedor, o acaso é previsível. É óbvio que erros e acertos acontecem, da mesma forma em que alternam as condições favoráveis. Ou seja, não há o que esperar da sorte!
Ao contrário da maioria, que espera por milagres, prêmios acumulados da Sena, heranças e outras soluções que raramente caem do céu, as pessoas de sucesso preferem investir seu tempo construindo uma estrada que os leve até os seus objetivos.
Não importa o tempo, as condições climáticas ou as interferências externas. O vencedor sabe que só precisa construir um pouco a cada dia para chegar aonde quer. A estrada pode levar anos ou décadas para ficar pronta - e nem todos conseguem construí-la inteira -, mas é possível medir sua evolução.
Esse pacto com a própria sorte dá uma segurança muito grande às pessoas de sucesso. Elas sabem que nada pode destruir o que construíram. Um vendaval pode até obrigá-las a reconstruírem partes da estrada, mas jamais retornam à estaca zero. Elas progridem sempre. Eu não sei em qual grupo você se encontra hoje, mas te asseguro que vale a pena agir diferente da média. Vale a pena escutar as críticas e bater com a cara nas portas, se você está seguro da própria missão. Uma vez definido o que você quer, basta caminhar em linha reta. Se tiver obstáculos, pule, desvie, derrube... mas jamais perca a direção dos seus sonhos!
Se você tiver esse comprometimento por um prazo de dois a cinco anos, dedicando parte do seu tempo livre a construir a própria estrada, tenho certeza que vai ser mais feliz.
Quanto mais rápido você caminhar, melhor será. Cada dificuldade superada servirá como estímulo para novas vitórias, e os primeiros frutos serão doces como o mel.
Em cinco anos, você terá uma surpresa...
O Desejo de Felicidade: destrua-o
Osho
Isso parece muito melancólico, triste, negativo. Não é. Quanto mais você desejar conforto, mais desconforto estará criando para si mesmo, porque o desconforto é proporcional ao desejo de conforto.
Quanto mais você procurar felicidade, tanto mais sofrerá. O sofrimento é uma sombra. Quanto maior o desejo de felicidade, maior será a sua sombra. Procure a felicidade e você nunca a obterá. Somente sentirá frustração. Por que? Porque há apenas um modo de ser feliz, que é ser feliz aqui, agora. A felicidade não é um resultado. É um modo de vida.
A felicidade não é o resultado final do desejo. É uma atitude, não um desejo. Você pode ser feliz aqui e agora se souber como ser feliz, mas você nunca será feliz se não souber como ser feliz e continuar desejando a ser feliz. A felicidade é uma arte. É um modo de vida.
Neste exato momento, se você puder permanecer calado e consciente da vida ao seu redor e no seu interior, você será feliz. Os pássaros estão cantando, o vento está soprando. As árvores estão felizes, o céu está feliz, todas as coisas existentes estão felizes, exceto você. A existência é felicidade, é uma celebração eterna, uma festividade. Olhe para a existência! Cada árvore está em festa, cada pássaro está em festa. Exceto o homem, tudo está em festa. Toda a existência é um festival, um constante e contínuo festival. Nenhuma tristeza, nenhuma morte, nenhuma miséria existe em lugar nenhum, a não ser na mente humana. Algo está errado com a mente humana, não com a existência. Algo está errado com você, não com a situação.
Por que o homem é infeliz? Nenhum animal é tão infeliz, nenhum pássaro é tão infeliz, nenhum peixe é tão infeliz quanto o homem. Por que o homem é tão infeliz? Porque o homem deseja a felicidade, mas os pássaros estão felizes neste exato momento; as árvores estão felizes neste exato momento. O homem deseja a felicidade; ele nunca está feliz aqui e agora. Ele sempre deseja a felicidade e continua a perdê-la. A felicidade está aqui. Ela está acontecendo ao seu redor. Permita que ela entre em você.
Faça parte da existência. Não se mova para o futuro. A existência nunca se move para o futuro; apenas a mente se move.
É a isso que chamo meditação: estar aqui, sem se mover para o futuro. Não seja ambicioso, destrua todo desejo pela vida, não deseje a felicidade, e então você será feliz e ninguém poderá destruir a sua felicidade. Ser-lhe-á impossível ser infeliz. Então você será imortal e a vida eterna terá acontecido. Na verdade, ela já aconteceu, mas você não está consciente dela. Então você estará realizado. Sem ambição, você estará realizado.
Você é único. Tudo, toda experiência máxima que é possível a alguém também é possível a você; mas acontecerá de um modo único. Aconteceu a Buda, a Jesus, a Zaratustra, e acontecerá a você também. Mas nunca acontece do mesmo modo. Não acontecerá a você do mesmo modo que aconteceu a Buda. Não lhe acontecerá assim como aconteceu a Jesus. Acontecerá a você de um modo único, individual. Quando acontecer a você, será absolutamente nova. A essência da experiência será a mesma - a mesma bem-aventurança, o mesmo silêncio, a mesma iluminação - mas na periferia tudo será diferente.
Portanto, não imite ninguém. Isso faz parte da ambição. Não imite Buda, não imite Jesus. Tente ser você mesmo. Ou melhor: seja você mesmo, pois tentar ainda é fútil. Quando você é você mesmo, está aberto a todas as responsabilidades. Quando você é você mesmo, toda a existência começa a ajudá-lo. Você não briga com ela.
Quando você não está em luta... É isso o que significa confiar. Quando você não está em luta, a existência acontece a você. Se você está lutando com a existência, está simplesmente se destruindo, destruindo suas possibilidades, sua energia, sua vida, sua existência. Não lute! Entregue-se à existência. Aceite a si mesmo, do modo que o todo quer que você seja; não tente ser outra coisa, e a iluminação pode acontecer a qualquer momento. Pode acontecer neste exato momento; não é preciso esperar.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Oração
''Eu oro amando, porque meu Deus é teu Deus... porque Ele mora em mim e em ti, porque O vejo ao meu redor, em cada pedacinho do existir.
Eu oro amando, porque posso assim tocar o meu Deus, que mora em cada ser, e eu gosto de sentir Seu calor...
Eu oro amando, assim mesmo, sem palavras, sem cartilha. Foi o vento que me ensinou, o sol que me exortou, o canto do pássaro que me doutrinou...
Eu oro, amando, porque é assim que a criança pequena entende, o bicho entende, o iletrado entende, o universo todo entende... e Deus entende...que o homem complica, rebusca, inventa, aprisiona, institucionaliza tudo...porque tem um medo danado, de parecer comum...
De estar simplesmente certo...
De que realmente, seja só o amor que importa...''
(Giovanna Stadnicki)
quarta-feira, 29 de julho de 2015
A Mão Invisível
Todo indivíduo necessariamente trabalha no sentido de fazer com que o rendimento anual da sociedade seja o maior possível. Na verdade, ele geralmente não tem intenção de promover o interesse público, nem sabe o quanto o promove. Ao preferir dar sustento mais à atividade doméstica que à exterior, ele tem em vista apenas sua própria segurança; e, ao dirigir essa atividade de maneira que sua produção seja de maior valor possível, ele tem em vista apenas seu próprio lucro, e neste caso, como em muitos outros, ele é guiado por uma mão invisível a promover um fim que não fazia parte de sua intenção. E o fato de este fim não fazer parte de sua intenção nem sempre é o pior para a sociedade. Ao buscar seu próprio interesse, freqüentemente ele promove o da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo.
(Livro: A Riqueza das Nações)
terça-feira, 28 de julho de 2015
Saudades é o Amor que Fica
de atuação profissional, com toda vivencia e experiência
que o exercício da medicina nos traz, posso afirmar que
cresci e me modifiquei com os dramas vivenciados pelos
meus pacientes.
Não conhecemos nossa verdadeira dimensão, até que,
pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes
de ir muito mais além.
e não raro, nos descobrimos confortando aqueles que vieram
para nos confortar.
em tratar crianças, me entusiasmei com a oncologia infantil.
Tinha, e tenho ainda hoje, um carinho muito grande por crianças.
Elas nos enternecem e nos surpreendem como suas maneiras simples
e diretas de ver o mundo, sem meias verdades.
Só que não o somos! Não acho o sentimento de onipotência
de todo ruim, se bem dosado. É este sentimento que nos impulsiona,
que nos ajuda a vencer desafios, a se rebelar contra a morte e
a tentar ir sempre mais além.
prepotência, o que não é bom.
Quando perdemos um paciente, voltamos à planície,
experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe
e entendemos que não somos deuses.
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco,
onde dei meus primeiros passos como profissional.
e a me apaixonar pela oncopediatria.
Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes,
particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes
desta terrível doença que é o câncer.
ao ver o sofrimento destas crianças.
Até o dia em que um anjo passou por mim.
calejada porém por 2 longos anos de tratamentos os mais diversos.
Hospitais, exames, manipulações, injeções, e todos os desconfortos
trazidos pelos programas de quimioterapias e radioterapia.
Já a vi chorar sim, muitas vezes, mas não via fraqueza em seu choro.
Via medo em seus olhinhos algumas vezes, e isto é humano!
Mas via confiança e determinação.
com uma lágrima nos olhos dizia:
sozinho no quarto. Perguntei pela mãe.
E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar
sem vivenciar profunda emoção.
Meu anjo respondeu:-
escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar
com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer, tio.
Eu não nasci para esta vida!
seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indaguei:
dos nossos pais, e, no outro dia acordamos no nosso quarto,
em nossa própria cama não é?
dormir no meu quarto e após dormirem eu procedia exatamente assim.)
para nossa cama, não é?
Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!
Chocado com o pensamento deste anjinho, com a maturidade que
o sofrimento acelerou, com a visão e grande espiritualidade desta criança,
fiquei parado, sem ação.
perguntei ao meu anjo:
melhor, mais direta e mais simples para a palavra saudade: é o amor que fica!
Foi enviado para me dizer que existe muito mais entre o céu e a terra,
do que nos permitimos enxergar. Que geralmente, absolutilizamos tudo
que é relativo (carros novos, casas, roupas de grife, jóias) enquanto
relativizamos a única coisa absoluta que temos, nossa transcendência.
Mas deixou uma grande lição, vindo de alguém que jamais pensei,
por ser criança e portadora de grave doença, e a quem nunca mais esqueci.
mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.
a quem chamo "meu anjo", que brilha e resplandece no céu.
Imagino ser ela, fulgurante em sua nova e eterna casa.
que ensinastes, pela ajuda que me destes.
Recife Boa Vista D4500 Cremepe 5758)
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
ALARME, por Oded Grajew.
Você já se deu conta do que isto significa em termos sociais, econômicos (milhares de estabelecimentos inviabilizados e enorme desemprego) e ambientais? Você já se deu conta de que no primeiro momento a catástrofe atingirá os mais vulneráveis (pobres, crianças e idosos) e depois todos nós?
O que nos espanta é a passividade da sociedade e das autoridades diante da iminência desta monumental catástrofe. Todas as medidas tomadas pelas autoridades e o comportamento da sociedade são absolutamente insuficientes para enfrentar este verdadeiro cataclismo.
Parece que estamos todos anestesiados e impotentes para agir, para reagir, para pressionar, para alertar, para se mobilizar em torno de propostas e, principalmente, em ações e planos de emergência de curto prazo e políticas e comportamentos que levem a uma drástica transformação da nossa relação com o meio ambiente e os recursos hídricos.
Há uma unanimidade de que esta é uma crise de LONGUÍSSIMA DURAÇÃO por termos deixado, permitido, que se chegasse a esta dramática situação. Agora, o que mais parece é que estamos acomodados e tranquilos num Titanic sem nos dar conta do iceberg que está se aproximando.
Nosso intuito, nosso apelo, nosso objetivo com este alarme é conclamar as autoridades, os formadores de opinião, as lideranças e os cidadãos a se conscientizarem urgentemente da gravíssima situação que vive a cidade, da dimensão da catástrofe que se aproxima a passos largos.
Precisamos parar de nos enganar. É fundamental que haja uma grande mobilização de todos para que se tomem ações e medidas à altura da dramática situação que vivemos. Deixar de lado rivalidades e interesses políticos, eleitorais, desavenças ideológicas. Não faltam conhecimentos, não faltam ideias, não faltam propostas (o Conselho da Cidade de São Paulo aprovou um grande conjunto delas). Mas faltam mobilização e liderança para enfrentar este imenso desafio.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
A importância do toque
sábado, 12 de julho de 2014
#EuJaSabia
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| Fuleco |
Quem sabe um pouco de futebol, apesar do coração, sabe que a #seleção brasileira chegou além de onde deveria ter chegado.
Como sabemos, os políticos sempre querem ganhar, seja qual evento for, tentaram ganhar com a #copa14, tentaram vender a união do povo em torno de um ideal, algo que nunca houve. A maioria da população ficou alheia a esta copa. Como sempre disse, a copa rolou ali no #itaquerão, no entanto se fosse na #China não mudaria muita coisa para 95% dos paulistanos. Isso se desconsiderarmos o trânsito que piorou e a feira de drogas na Vila madalena.
Se fizermos um balanço geral, veremos com dor no coração que só quem perdeu foi o povo.
Como já diria um velho adágio popular: "em briga de elefantes, quem sai ferido é a grama".
Bola pra frente, que isso sirva para refletirmos o que somos realmente, país do samba e do futebol? Eu não vivo nesse mundo, e você?
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Perdemos a Copa, não o gingado
Não é porque não goste de futebol nem nada disso. Sou apaixonado por esportes e acho que o futebol e algo maior que apenas um esporte, ele agrega, faz o sujeito pensar em politica, faz as pessoas pensarem. Além de tudo, mexe com todas as classes sociais.
Vou explicar porque fui contra uma copa aqui em nosso país. Investimento privado para Copa não passa de 10% - ...
terça-feira, 12 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Universal Declaration of Human Rights #BAD13, #HumanRights, #Oct16
On December 10, 1948 the General Assembly of the United Nations adopted and proclaimed the Universal Declaration of Human Rights the full text of which appears in the following pages. Following this historic act the Assembly called upon all Member countries to publicize the text of the Declaration and "to cause it to be disseminated, displayed, read and expounded principally in schools and other educational institutions, without distinction based on the political status of countries or territories."
PREAMBLE
Whereas recognition of the inherent dignity and of the equal and inalienable rights of all members of the human family is the foundation of freedom, justice and peace in the world,
Whereas disregard and contempt for human rights have resulted in barbarous acts which have outraged the conscience of mankind, and the advent of a world in which human beings shall enjoy freedom of speech and belief and freedom from fear and want has been proclaimed as the highest aspiration of the commonpeople,
Whereas it is essential, if man is not to be compelled to have recourse, as a last resort, to rebellion against tyranny and oppression, that human rights should be protected by the rule of law,
Whereas it is essential to promote the development of friendly relations between nations,
Whereas the peoples of the United Nations have in the Charter reaffirmed their faith in fundamental human rights, in the dignity and worth of the human person and in the equal rights of men and women and have determined to promote social progress and better standards of life in larger freedom,
Whereas Member States have pledged themselves to achieve, in co-operation with the United Nations, the promotion of universal respect for and observance of human rights and fundamental freedoms,
Whereas a common understanding of these rights and freedoms is of the greatest importance for the full realization of this pledge,
Now, Therefore,
THE GENERAL ASSEMBLY
proclaims
THIS UNIVERSAL DECLARATION OF HUMAN RIGHTS as a common standard of achievement for all peoples and all nations, to the end that every individual and every organ of society, keeping this Declaration constantly in mind, shall strive by teaching and education to promote respect for these rights and freedoms and by progressive measures, national and international, to secure their universal and effective recognition and observance, both among the peoples of Member States themselves and among the peoples of territories under their jurisdiction.
Article 1.
All human beings are born free and equal in dignity and rights. They are endowed with reason and conscience and should act towards one another in a spirit of brotherhood.
Article 2.
Everyone is entitled to all the rights and freedoms set forth in this Declaration, without distinction of any kind, such as race, colour, sex, language, religion, political or other opinion, national or social origin, property, birth or other status. Furthermore, no distinction shall be made on the basis of the political, jurisdictional or international status of the country or territory to which a person belongs, whether it be independent, trust, non-self-governing or under any other limitation of sovereignty.
Article 3.
Everyone has the right to life, liberty and security of person.
Article 4.
No one shall be held in slavery or servitude; slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.
Article 5.
No one shall be subjected to torture or to cruel, inhuman or degrading treatment or punishment.
Article 6.
Everyone has the right to recognition everywhere as a person before the law.
Article 7.
All are equal before the law and are entitled without any discrimination to equal protection of the law. All are entitled to equal protection against any discrimination in violation of this Declaration and against any incitement to such discrimination.
Article 8.
Everyone has the right to an effective remedy by the competent national tribunals for acts violating the fundamental rights granted him by the constitution or by law.
Article 9.
No one shall be subjected to arbitrary arrest, detention or exile.
Article 10.
Everyone is entitled in full equality to a fair and public hearing by an independent and impartial tribunal, in the determination of his rights and obligations and of any criminal charge against him.
Article 11.
(1) Everyone charged with a penal offence has the right to be presumed innocent until proved guilty according to law in a public trial at which he has had all the guarantees necessary for his defence.
(2) No one shall be held guilty of any penal offence on account of any act or omission which did not constitute a penal offence, under national or international law, at the time when it was committed Nor shall a heavier penalty be imposed than the one that was applicable at the time the penal offence was committed.
Article 12.
No one shall be subjected to arbitrary interference with his privacy, family, home or correspondence, nor to attacks upon his honour and reputation Everyone has the right to the protection of the law against such interference or attacks.
Article 13.
(1) Everyone has the right to freedom of movement and residence within the borders of each state.
(2) Everyone has the right to leave any country, including his own, and to return to his country.
Article 14.
(1) Everyone has the right to seek and to enjoy in other countries asylum from persecution.
(2) This right may not be invoked in the case of prosecutions genuinely arising from non-political crimes or from acts contrary to the purposes and principles of the United Nations.
Article 15.
(1) Everyone has the right to a nationality.
(2) No one shall be arbitrarily deprived of his nationality nor denied the right to change his nationality.
Article 16.
(1) Men and women of full age, without any limitation due to race, nationality or religion, have the right to marry and to found a family. They are entitled to equal rights as to marriage, during marriage and at its dissolution.
(2) Marriage shall be entered into only with the free and full consent of the intending spouses.
(3) The family is the natural and fundamental group unit of society and is entitled to protection by society and the State.
Article 17.
(1) Everyone has the right to own property alone as well as in association with others.
(2) No one shall be arbitrarily deprived of his property.
Article 18.
Everyone has the right to freedom of thought, conscience and religion; this right includes freedom to change his religion or belief, and freedom, either alone or in community with others and in public or private, to manifest his religion or belief in teaching, practice, worship and observance.
Article 19.
Everyone has the right to freedom of opinion and expression; this right includes freedom to hold opinions without interference and to seek, receive and impart information and ideas through any media and regardless of frontiers.
Article 20.
(1) Everyone has the right to freedom of peaceful assembly and association.
(2) No one may be compelled to belong to an association.
Article 21.
(1) Everyone has the right to take part in the government of his country, directly or through freely chosen representatives.
(2) Everyone has the right to equal access to public service in his country.
(3) The will of the people shall be the basis of the authority of government; this shall be expressed in periodic and genuine elections which shall be by universal and equal suffrage and shall be held by secret vote or by equivalent free voting procedures.
Article 22.
Everyone, as a member of society, has the right to social security and is entitled to realization, through national effort and international co-operation and in accordance with the organization and resources of each State, of the economic, social and cultural rights indispensable for his dignity and the free development of his personality.
Article 23.
(1) Everyone has the right to work, to free choice of employment, to just and favourable conditions of work and to protection against unemployment.
(2) Everyone, without any discrimination, has the right to equal pay for equal work.
(3) Everyone who works has the right to just and favourable remuneration ensuring for himself and his family an existence worthy of human dignity, and supplemented, if necessary, by other means of social protection.
(4) Everyone has the right to form and to join trade unions for the protection of his interests.
Article 24.
Everyone has the right to rest and leisure, including reasonable limitation of working hours and periodic holidays with pay.
Article 25.
(1) Everyone has the right to a standard of living adequate for the health and well-being of himself and of his family, including food, clothing, housing and medical care and necessary social services, and the right to security in the event of unemployment, sickness, disability, widowhood, old age or other lack of livelihood in circumstances beyond his control.
(2) Motherhood and childhood are entitled to special care and assistance. All children, whether born in or out of wedlock, shall enjoy the same social protection.
Article 26.
(1) Everyone has the right to education. Education shall be free, at least in the elementary and fundamental stages. Elementary education shall be compulsory. Technical and professional education shall be made generally available and higher education shall be equally accessible to all on the basis of merit.
(2) Education shall be directed to the full development of the human personality and to the strengthening of respect for human rights and fundamental freedoms. It shall promote understanding, tolerance and friendship among all nations, racial or religious groups, and shall further the activities of the United Nations for the maintenance of peace.
(3) Parents have a prior right to choose the kind of education that shall be given to their children.
Article 27.
(1) Everyone has the right freely to participate in the cultural life of the community, to enjoy the arts and to share in scientific advancement and its benefits.
(2) Everyone has the right to the protection of the moral and material interests resulting from any scientific, literary or artistic production of which he is the author.
Article 28.
Everyone is entitled to a social and international order in which the rights and freedoms set forth in this Declaration can be fully realized.
Article 29.
(1) Everyone has duties to the community in which alone the free and full development of his personality is possible.
(2) In the exercise of his rights and freedoms, everyone shall be subject only to such limitations as are determined by law solely for the purpose of securing due recognition and respect for the rights and freedoms of others and of meeting the just requirements of morality, public order and the general welfare in a democratic society.
(3) These rights and freedoms may in no case be exercised contrary to the purposes and principles of the United Nations.
Article 30.
Nothing in this Declaration may be interpreted as implying for any State, group or person any right to engage in any activity or to perform any act aimed at the destruction of any of the rights and freedoms set forth herein.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS #BAD13, #HumanRights, #Oct16
Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)
da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948
Preâmbulo
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,
Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum,
Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão,
Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,
Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla,
Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades,
Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mis alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso,
A Assembléia Geral proclama
A presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.
Artigo I
Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.
Artigo II
Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.
Artigo III
Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Artigo IV
Ninguém será mantido em escravidão ou servidão, a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.
Artigo V
Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.
Artigo VI
Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.
Artigo VII
Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
Artigo VIII
Toda pessoa tem direito a receber dos tributos nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.
Artigo IX
Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.
Artigo X
Toda pessoa tem direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir de seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.
Artigo XI
1. Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa.
2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Tampouco será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.
Artigo XII
Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.
Artigo XIII
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.
2. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.
Artigo XIV
1.Toda pessoa, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.
2. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos propósitos e princípios das Nações Unidas.
Artigo XV
1. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.
2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.
Artigo XVI
1. Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer retrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução.
2. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.
Artigo XVII
1. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.
2.Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade.
Artigo XVIII
Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.
Artigo XIX
Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.
Artigo XX
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas.
2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.
Artigo XXI
1. Toda pessoa tem o direito de tomar parte no governo de seu país, diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos.
2. Toda pessoa tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país.
3. A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto.
Artigo XXII
Toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e à realização, pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.
Artigo XXIII
1.Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.
2. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.
3. Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.
4. Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção de seus interesses.
Artigo XXIV
Toda pessoa tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas.
Artigo XXV
1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.
2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.
Artigo XXVI
1. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.
3. Os pais têm prioridade de direito n escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos.
Artigo XXVII
1. Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.
2. Toda pessoa tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.
Artigo XVIII
Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.
Artigo XXIV
1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.
2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.
3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.
Artigo XXX
Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
O Amor
E alguém disse:
Fala-nos do Amor:
- Quando o amor vos fizer sinal, segui-o;
ainda que os seus caminhos sejam duros e difíceis.
E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos;
ainda que a espada escondida na sua plumagem
vos possa ferir.
E quando vos falar, acreditai nele;
apesar de a sua voz
poder quebrar os vossos sonhos
como o vento norte ao sacudir os jardins.
Porque assim como o vosso amor
vos engrandece, também deve crucificar-vos
E assim como se eleva à vossa altura
e acaricia os ramos mais frágeis
que tremem ao sol,
também penetrará até às raízes
sacudindo o seu apego à terra.
Como braçadas de trigo vos leva.
Malha-vos até ficardes nus.
Passa-vos pelo crivo
para vos livrar do joio.
Mói-vos até à brancura.
Amassa-vos até ficardes maleáveis.
Então entrega-vos ao seu fogo,
para poderdes ser
o pão sagrado no festim de Deus.
Tudo isto vos fará o amor,
para poderdes conhecer os segredos
do vosso coração,
e por este conhecimento vos tornardes
o coração da Vida.
Mas, se no vosso medo,
buscais apenas a paz do amor,
o prazer do amor,
então mais vale cobrir a nudez
e sair do campo do amor,
a caminho do mundo sem estações,
onde podereis rir,
mas nunca todos os vossos risos,
e chorar,
mas nunca todas as vossas lágrimas.
O amor só dá de si mesmo,
e só recebe de si mesmo.
O amor não possui
nem quer ser possuído.
Porque o amor basta ao amor.
E não penseis
que podeis guiar o curso do amor;
porque o amor, se vos escolher,
marcará ele o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
senão consumar-se.
Mas se amarem e tiverem desejos,
deverão se estes:
Fundir-se e ser um regato corrente
a cantar a sua melodia à noite.
Conhecer a dor da excessiva ternura.
Ser ferido pela própria inteligência do amor,
e sangrar de bom grado e alegremente.
Acordar de manhã com o coração cheio
e agradecer outro dia de amor.
Descansar ao meio dia
e meditar no êxtase do amor.
Voltar a casa ao crepúsculo
e adormecer tendo no coração
uma prece pelo bem amado,
e na boca, um canto de louvor.
Kalil Gibran


